Fisiologia Humana

A Fisiologia é a parte da Biologia responsável pelo estudo das funções e das atividades exercidas por cada estrutura de um organismo vivo. Este estudo iniciou-se na Grécia por volta de 2500 anos atrás. Uma das figuras mais influentes no campo da Fisiologia da Antiguidade foi Cláudio Galeno (129-200 d.C.). Para estudar um organismo, não basta saber quais são os órgãos que o compõem, é fundamental compreender todo o seu funcionamento e as atividades desenvolvidas por cada uma dessas estruturas. Essa doutrina partia da ideia de que o corpo era formado por quatro diferentes fluidos: sangue, fleuma, bile amarela e bile negra. Segundo esse médico, o coração, o fígado e o cérebro eram os principais órgãos do corpo humano.

Outro destaque é Andreas Versalius (1514-1564), que publicou, em 1543, a obra intitulada “De Humani Corporis (corpo humano)”. Um grande marco tanto no estudo da Anatomia como para a Fisiologia moderna, desde então inicio-se uma nova forma de compreender o funcionamento do corpo.

Outro estudo que merece destaque é o de William Harvey (1578-1657). Ele propôs a teoria de que o sangue circulava por todo o organismo graças ao bombeamento garantido pelo coração. Até esse momento, a teoria mais aceita afirmava que o sangue era constantemente produzido, e não que ele circulava.

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Doença de Parkinson

A Doença de Parkinson é uma doença degenerativa do sistema nervoso central, crônica e progressiva. É causada por uma diminuição intensa da produção de dopamina, que é um neurotransmissor (substância química que ajuda na transmissão de mensagens entre as células nervosas). A dopamina ajuda na realização dos movimentos voluntários do corpo, de forma automática, ou seja, não precisamos pensar em cada movimento que nossos músculos realizam, graças à presença dessa substância em nossos cérebros. Na falta dela, particularmente, numa pequena região encefálica chamada substância negra, o controle motor do indivíduo é perdido, ocasionando sinais e sintomas característicos, que veremos adiante.

Com o envelhecimento, todos os indivíduos saudáveis apresentam morte progressiva das células nervosas que produzem dopamina. Algumas pessoas, entretanto, perdem essas células (consequentemente, diminuem muito mais seus níveis de dopamina) num ritmo muito acelerado e, assim, acabam por manifestar os sintomas da doença.

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Os padrões Humanos e suas informações

Já falamos na edição anterior, o que o stress faz com liberações em excesso de hormônios como o cortizol e a adrenalina, e o que isso influencia em nosso sistema neural e qual a atuação da Microsemiótica Irídea sobre estes eventos, mas nesta edição iremos abordar um pouco de nossos padrões.

“A maior parte das pessoas atribuem à sorte ou azar, ao acaso ou a um poder superior, a causa e o comando de tudo que lhes acontecem na vida. Assumem posturas internas, tornando-se vítimas da situação. Há estudos que mostram que 99% das situações de doenças são causadas por padrões de comportamento e pensamento que trazemos com nós mesmos. Até o padrão familiar, muitas vezes, passado de pai para filho, causam desequilíbrios emocionais e físicos. Em alguns casos, o filho não desenvolve a doença que existe em família, pelo padrão de pensamento e comportamento diferenciado dos demais. Isso quer dizer que o indivíduo pode ter a tendência, mas não desenvolve pela maneira de ser. Acredita-se nos registros do subconsciente, onde fica registrado/gravado o conteúdo vivido em sua vida e que serve de fonte de consciência. Exerce significativa influência nas atividades mentais. Desempenha importante função como arquivo do que você já validou e escolheu como verdade”.

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